
Texto surgido da troca de correspondencias feitas a uma amiga.
Até que ponto somos seres dotados de liberdade tanto de escolha como de influência? Qual o limiar do quão influentes somos sobre outras pessoas e o quão somos influenciáveis? Acho nao ser possível encontrarmos resposta plena senão aceitarmos que o "eu" que tanto decide e cria realidades distintas também é determinado pelo coletivo. Então , temos tanto uma realidade coletiva criada/influenciada por muitos "eus" quanto o "eu" inlfuenciado/criado pela realidade coletiva; falamos então do que pode ser chamado de co-criação. Vivemos, pois ,uma realidade co-criada.
O que você deseja não necessariamente é determinado pelo coletivo mas é, no mínimo, influenciado por ele e o seu querer terá influência no coletivo. Mesmo quando se nega esse coletivo ele esta exercendo influência , pois negar um objeto implica que este seja necessariamente criado, assunto já discorrido por inúmeros filósofos e milenarmente conhecido nas filosofias orientais. Uma vez o objeto criado, passa a exercer influência , ainda que em escala mínima. Talvez por isso quando lutamos para estarmos livres de dogmas eles naturalmente são criados e se tornam mais impregnados no ser a medida que lutamos contra.
Por isso numa busca maior o sentido deve ser concentrar-se no processo e não num fim específico passível de finitude. Não me concentro em criar uma comunidade e sim no processo de criá-la, ou melhor, co-criá-la. Mesmo que um dia haja duas ou mais gerações estabelecidas no local o fim não terá sido alcançado. Todas essas pessoas que ali viverem serão diferentes dia após dia, nunca atigindo um fim estável, finito. A busca não é por uma conquista final, algo como um troféu a ser guardado na estante.
"... parte nunca é parte se realmente não tivesse o todo.". Então o indivíduo só é indivíduo se houver coletivo, certo? É por isso que acredito que na busca para ser um ser mais completo o coletivo é imprescindível. E viver em comunidade, portanto inserido em um coletivo,significa constante embate dos diferentes "quereres" e realidades co-criadas. É aí , surgido desse embate constante, que passamos a compreender, ainda que em porporções desprezíveis, a realidade que o próximo co-criou. Isso, aliado ao uso de enteodélicos e práticas meditativas , provoca a expansão real da conciência.
Expandir a conciência é em si, não o olhar por cima da bolha e sim por cima, por dentro, por baixo, através , do avesso etc. enifm, ser capaz de levar em consideração sincera outras formas de raciocínio advindas de outras realidades co-criadas.
Viva o processo!
Até que ponto somos seres dotados de liberdade tanto de escolha como de influência? Qual o limiar do quão influentes somos sobre outras pessoas e o quão somos influenciáveis? Acho nao ser possível encontrarmos resposta plena senão aceitarmos que o "eu" que tanto decide e cria realidades distintas também é determinado pelo coletivo. Então , temos tanto uma realidade coletiva criada/influenciada por muitos "eus" quanto o "eu" inlfuenciado/criado pela realidade coletiva; falamos então do que pode ser chamado de co-criação. Vivemos, pois ,uma realidade co-criada.
O que você deseja não necessariamente é determinado pelo coletivo mas é, no mínimo, influenciado por ele e o seu querer terá influência no coletivo. Mesmo quando se nega esse coletivo ele esta exercendo influência , pois negar um objeto implica que este seja necessariamente criado, assunto já discorrido por inúmeros filósofos e milenarmente conhecido nas filosofias orientais. Uma vez o objeto criado, passa a exercer influência , ainda que em escala mínima. Talvez por isso quando lutamos para estarmos livres de dogmas eles naturalmente são criados e se tornam mais impregnados no ser a medida que lutamos contra.
Por isso numa busca maior o sentido deve ser concentrar-se no processo e não num fim específico passível de finitude. Não me concentro em criar uma comunidade e sim no processo de criá-la, ou melhor, co-criá-la. Mesmo que um dia haja duas ou mais gerações estabelecidas no local o fim não terá sido alcançado. Todas essas pessoas que ali viverem serão diferentes dia após dia, nunca atigindo um fim estável, finito. A busca não é por uma conquista final, algo como um troféu a ser guardado na estante.
"... parte nunca é parte se realmente não tivesse o todo.". Então o indivíduo só é indivíduo se houver coletivo, certo? É por isso que acredito que na busca para ser um ser mais completo o coletivo é imprescindível. E viver em comunidade, portanto inserido em um coletivo,significa constante embate dos diferentes "quereres" e realidades co-criadas. É aí , surgido desse embate constante, que passamos a compreender, ainda que em porporções desprezíveis, a realidade que o próximo co-criou. Isso, aliado ao uso de enteodélicos e práticas meditativas , provoca a expansão real da conciência.
Expandir a conciência é em si, não o olhar por cima da bolha e sim por cima, por dentro, por baixo, através , do avesso etc. enifm, ser capaz de levar em consideração sincera outras formas de raciocínio advindas de outras realidades co-criadas.
Viva o processo!